Santo Padre ensina seguir as vias que abrem o coração a Deus

Cidade do Vaticano (Quarta-feira, 14-11-2012)

diante de milhares de fiéis e peregrinos o Papa Bento XVI concedeu, na Sala Paulo VI, a Audiência Geral das\ quartas feiras.

Na ocasião, o Papa propôs a meditação acerca das três vias de acesso ao conhecimento de Deus. Vias que podem abrir o coração do homem ao conhecimento do Senhor, sinais que conduzem em direção a Ele.

A primeira dessas vias é o mundo, ou seja, a ordem e a beleza da criação nos levam a descobrir Deus como origem e fim do universo. A segunda via é o homem. Com sua abertura à verdade, seu sentido de bem moral, sua liberdade e a voz da consciência, sua sede de infinito, o homem se interroga sobre a existência de Deus e descobre que somente Nele pode existir.

A seguir o Pontífice tratou da terceira via: a fé: quem crê está unido a Deus, aberto a sua graça, à força da caridade. Um cristão ou uma comunidade que é fiel ao projeto divino, se constitui num caminho privilegiado da existência e das ações de Deus para os indiferentes ou para os que duvidam. O Cristianismo, antes de ser uma moral ou uma ética, é a manifestação do amor que acolhe a todos na pessoa de Jesus.

Essas vias, explicou o Santo Padre, nos levam ao conhecimento da existência de uma realidade que é a causa primeira e o fim último de tudo. Na realidade, continuou o Papa, o homem, separado de Deus, está reduzido a uma única dimensão, a horizontal, e justamente este reducionismo é um das causas fundamentais dos totalitarismos que tiveram consequências trágicas no século passado, como também da crise de valores que vemos na realidade atual.

Ignorando a referência a Deus, ignora-se a o horizonte ético, para deixar espaço ao relativismo e a uma concepção ambígua da liberdade. Se Deus perde a centralidade, ensinou Bento XVI, o homem perde o seu lugar correto, não encontra mais o seu espaço na criação e nas relações com os outros. (JS)

BENTO XVI

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QUE DEUS TE ABENÇOE!

São Miguel Arcanjo, defendei-nos no combate; sede nosso refúgio contra as maldades e ciladas do demônio. Ordene-lhe Deus, instantemente o pedimos, e vós, príncipe da milícia celeste, pela virtude divina, precipitai no inferno a satanás e a todos os  espíritos malignos, que andam pelo mundo para perder as almas. Amém.

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A HUMILDADE

"Limito-me a recomendar uma virtude, tão querida pelo Senhor. Disse: Aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração. Arrisco-me a dizer um despropósito, mas sempre o digo: o Senhor tanto ama a humildade que, às vezes, permite pecados graves. Porquê? Para que, depois de os cometermos — esses pecados — depois, arrependidos, fiquemos humildes. Não temos assim vontade de nos julgarmos meios santos, meios anjos, depois de sabermos ter cometido faltas graves. O Senhor tanto recomendou: sede humildes! Mesmo que tenhais feito grandes coisas, dizei: "somos servos inúteis". A tendência, porém, em nós todos, é antes em sentido contrário: pormo-nos em vista. Mas devemos estar baixinhos, baixinha. Faço votos por que a vós suceda a mesma coisa."

(Audiência geral do Papa João Paulo I, de 06/09/78)

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